O potencial das impressoras 3D para revolucionar o mercado é enorme. Especialmente ao nível de fast prototyping, desing e de PMEs.
Já assistimos ao que este tipo de democratização pode levar. No caso das tecnologias levou a uma autêntica revolução, com o nascimento de muitas pequenas e médias empresas assentes neste novo paradigma. Um exemplo é o número crescente de aplicações para smartphones e tablets abordando practicamente todos os temas, desde jogos, localização, recomendação ou música.
Desta forma, levar a capacidade de manufactura directamente às pequenas empresas, sem intermediário, pode levar a toda uma nova economia baseada na personalização do produto.
Na minha opinião isto é o equivalente a dar a capacidade de criar um produto real a qualquer pessoa que tenha uma impressora 3D, abrindo caminho à personalização em detrimento directo com a massificação das economias de escala.
Neste sentido, tomei posições fortes na DDD, umas das empresas líderes no segmento.
Olhando para a valorização passada e das perspectivas do mercado, seria de esperar uma continuação da tendência.
No entanto, com a apresentação de resultados abaixo do esperado, estas acções desvalorizaram abruptamente, cerca de 23%, e os profetas do desastre a dizerem que isto é o início do fim do boom 3D.
Discordo dessa opinião, e considero que a desvalorização brutal é apenas fruto do histerismo. Para o provar basta ver que duas semanas depois estes títulos já voltaram a valorizar, embora muito abaixo do valor a que comprei inicialmente. No entanto o investimento é a longo prazo, e acredito que com a política de I&D, quota de mercado e potencial de crescimento, esta é uma boa empresa para deter acções.
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